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15 junho 2011

A química e a falsificação das obras de arte - Tertúlia na biblioteca


Verdadeiro ou Falso? A Química e a falsificação das obras de arte

Tertúlia


Orador:
Prof. António João Cruz
(Instituto Politécnico de Tomar)


Público: Geral

Preço: Entrada livre mediante inscrição prévia

Inscrições: Tel. 266 769 330 ou ficha de inscrição em www. http://www.evora.net/bpe

Organização: Comissão do Centro de Química de Évora e Departamento de Química da Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade de Évora para o Ano Internacional da química 2011

Apoio: Biblioteca Pública de Évora


A falsificação das obras de arte, em particular de pinturas, é algo relativamente comum, mas por vezes é difícil a sua detecção, especialmente no caso de falsificações antigas. A química é uma das disciplinas geralmente envolvidas nesses estudos e, por vezes, proporciona provas conclusivas. De que forma? Eis o que será apresentado através de alguns casos.

10 maio 2011

Os próximos eventos na sua biblioteca


Até 20 Maio (sexta-feira)
Uma Carta Coreográfica
Exposição

Local: Sala de Exposições Temporárias da BPE
Preço: Entrada livre
Público: Geral

No contexto da AGEN 2009 Movimento, Corpo, Dança, a Direcção-Geral das Artes disponibilizou a Exposição "Uma Carta Coreográfica", uma exposição sobre a Dança, comissariada por Madalena Victorino.



16 Maio (segunda-feira), às 18h30
O QUE É O REAL?
Conferência Pública
Oradora: Trân-Thi-Kim-Diêu


Público: Geral
Preço: Entrada livre mediante inscrição prévia
Inscrições: Tel. 266 769 330 ou ficha de inscrição em www. http://www.evora.net/bpe
Organização: Ramo “Boa Vontade” (Évora) da Sociedade Teosófica de Portugal
Apoios: Federação Europeia da Sociedade Teosófica de Portugal | Câmara Municipal de Évora | Biblioteca Pública de Évora | Diário do Sul



18 Maio (quarta-feira), às 18h00
Apresentação da Trilogia Nocturnus e Palestra "Livro: da Ideia à Publicação"
Autor e Orador: Rafael Loureiro

Público: Geral
Preço: Entrada livre mediante inscrição prévia
Inscrições: Tel. 266 769 330 ou ficha de inscrição em www. http://www.evora.net/bpe
Organização: Biblioteca Pública de Évora

Rafael Loureiro, Professor de Educação Física, praticante e Mestre de Artes Marciais, nunca perdeu o gosto pela escrita que cultivou desde cedo. Apaixonado pelo gótico e pelo Mito do Vampiro, fez uma incursão espiritual a este mundo oculto onde conheceu de perto a sua Alma e os seus Demónios. Decidiu então começar a descrevê-los nos seus poemas, assinando-os já como DelMoona, o seu alter-ego. Foi nessa altura também em que ergueu as suas vestes negras para jamais as deixar de usar.

Não satisfeito, decide escrever contos, aventuras, desse personagem que descobriu dentro de si. Um dia, é-lhe sugerido compilá-los num livro, e assim nasceu Memórias de um Vampiro, publicado em Edição de Autor em 2007 e posteriormente pela Editorial Presença em 2009. Naturalmente seguiu-se a sequela com Ascensão de Arcana, publicado primeiramente também em Edição de Autor, e por fim A Redenção.

Toda a sua narrativa constitui um paralelo muito próximo da sua própria vida e da sua realidade, de acontecimentos que se passaram consigo e se traduzem, claro, na realidade de Daimon DelMoona.



20 Maio (sexta-feira), às 18h00
CICLO GUTEMBERG, LUMIÉRE E COMPANHIA
Cinema na Biblioteca
FILME DO MÊS: Europa, de Lars Von Trier

Periodicidade: 1 vez por mês
Público: M/12
Preço: Entrada livre

Um americano de ascendência germânica chega, em 1945, à Alemanha do pós-guerra. O tio arranja-lhe trabalho na empresa de caminhos-de-ferro Zentropa, que é frequentemente ocupada por contestatários à ocupação Aliada. Leoplod vê-se manipulado quer pelos americanos quer pelos membros da sua própria família.


19 outubro 2010

10 livros para compreender o mundo


Numa altura como a que estamos a viver, em que muito se fala de crise, de políticas económicas, de ordem mundial, de guerras, de superpotências, de conflitos..., André Freire vem à BPE para nos falar de Ciência Política através de 10 obras por ele consideradas essenciais.

Porque as respostas se encontram frequentemente nos livros, não deixe passar esta oportunidade de compreender um pouco melhor o mundo em que vive.

Para aguçar o apetite, aqui fica a lista das obras a abordar durante a sessão

Marque já o seu lugar!


08 setembro 2010

Inauguração da Exposição LETRAS E CORES, IDEIAS E AUTORES DA REPÚBLICA


No ano em que se comemoram cem anos sobre a implantação da República, a DGLB concebeu uma exposição a partir de textos de autores que marcaram decisivamente a cultura humanístico-literária em Portugal no final do século XIX e início do século XX, convidando dez ilustradores a tratar plasticamente dez temas representativos do contexto social, político, cívico e cultural da época.

O resultado mostra de que forma literatura e arte, passado e presente, se podem cruzar de forma coerente e harmoniosa, dando corpo a um percurso fulcral da história portuguesa contemporânea: o triunfo da ideia republicana de cidadania, a instauração do regime, a participação de Portugal na I Grande Guerra e a vida política, social, cultural e artística deste período.

A exposição, patente até dia 12 de Novembro, completa-se com a mostra de periódicos e livros da época provenientes do espólio da BPE, reveladores dos acontecimentos mais marcantes no processo de transição do regime monárquico para a República.



CONFERÊNCIA DE ABERTURA
16 de Setembro | Quinta-feira | 18h30 | BPE

Orador: Alfredo Caldeira

Administrador do Arquivo & Biblioteca da Fundação Mário Soares, a sua intervenção tem-se desenvolvido, essencialmente, no âmbito da utilização de sistemas informáticos em arquivos e bibliotecas, na organização de exposições e colóquios de natureza cultural e no desenvolvimento de relações de cooperação com os países de língua oficial portuguesa. Autor de diversas publicações de cariz histórico, jurídico e político, participa frequentemente em iniciativas culturais e de divulgação.

Organização: Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas | Biblioteca Pública de Évora
ENTRADA LIVRE mediante inscrição prévia


07 junho 2010

Olhar de perto... uma obra de arte


9 Junho | Quarta-feira | 21h00
Conferência
OLHAR DE PERTO… UMA OBRA DE ARTE

Orador: António Candeias
Director do Laboratório de Conservação e Restauro José de Figueiredo, Instituto dos Museus e da Conservação e Director do Centro HERCULES – Herança Cultural Estudos e Salvaguarda

Público: em geral

Preço: Entrada livre mediante inscrição prévia
Inscrições: Tel. 266 769 332 ou ficha de inscrição em www. http://www.evora.net/bpe



Resumo
Quando se observa uma obra de arte diversas sensações podem ser transmitidas e experienciadas pelo observador mas… já pensou se pudéssemos saber:

- Como foi feita?
- Que materiais utilizou o pintor?
- O que está por detrás das sucessivas camadas de tinta?
- Se a pintura sempre foi assim ou se já foi modificada ao longo dos tempos?

A Ciência dispõe hoje em dia de técnicas não destrutivas de análise e diagnóstico in-situ que permitem recolher informações sobre a composição e técnica sem recolha de amostras.

Complementarmente, em algumas situações, é possível recolher micro-amostras que podem ser analisadas com recurso a técnicas analíticas sofisticadas permitindo obter um conhecimento bastante profundo sobre os seus constituintes e revelando detalhes importantes sobre as técnicas de produção, eventuais reparações e estado de conservação.

Nesta comunicação vão ser apresentados alguns exemplos de utilização destas técnicas e desvendar os segredos de algumas obras de arte.

18 maio 2010

Inauguração da Exposição O CONVENTO DO CALVÁRIO E OS 300 ANOS DA FUNDAÇÃO DO CONVENTO DO LOURIÇAL

21 | Sexta-feira | 18h00
Inauguração da Exposição
O CONVENTO DO CALVÁRIO E OS 300 ANOS DA FUNDAÇÃO DO CONVENTO DO LOURIÇAL

Inaugura já nesta Sexta-feira uma exposição comemorativa dos 300 anos da Fundação e Erecção Canónica do Mosteiro do Louriçal, o único Mosteiro Histórico da Ordem Clareana em Portugal Continental que continua a ser habitado no século XXI.

A fundação do Mosteiro está umbilicalmente ligada à nossa cidade, uma vez que foi do Convento do Calvário, em Évora, que partiu o núcleo de religiosas que fundou o Mosteiro do Louriçal. Nesta exposição, através de documentos e fotografias provenientes do espólio da Biblioteca Pública, do Arquivo Distrital e do Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Évora, aborda-se a história e o caminho percorrido pelas Clarissas de Évora até ao Louriçal, no Concelho de Pombal.

A exposição vai estar aberta ao público, durante o horário de abertura da BPE, até dia 25 de Junho.

Organização: Clarissas do Desagravo, Mosteiro do Santíssimo Sacramento, Louriçal | Biblioteca Pública de Évora | Arquivo Distrital de Évora | Arquidiocese de Évora
Comissária | Selecção de documentação: Antónia Fialho Conde

ENTRADA LIVRE mediante inscrição prévia

25 fevereiro 2010

Conhecer Cenáculo II


Conferência
O PAPEL DOS MEIOS DE INFORMAÇÃO NO EPISCOPADO DE D. FREI MANUEL DO CENÁCULO
1 de Março | Segunda-feira
18h00
Conferencista: Francisco Vaz
Assinalando o 286º aniversário do nascimento do fundador e patrono da Biblioteca Pública de Évora.
ENTRADA LIVRE mediante inscrição prévia

Foi um criterioso coleccionador de livros e tinha como uma das suas preocupações centrais criar hábitos de leitura nos futuros clérigos. Mantinha correspondência com grandes figuras da época, pelos quatro cantos do mundo, estando a par do que de melhor se editava. Tudo leva a crer que foi uma figura ímpar no seu tempo.

Aqui fica um excerto do texto AS BIBLIOTECAS E OS LIVROS NA OBRA DE D. FREI MANUEL DO CENÁCULO, da autoria do conferencista Francisco Vaz.

Coleccionando livros e formando uma Biblioteca Eclesiástica
"Logo nos primeiros anos do seu episcopado, D. Manuel do Cenáculo revelou grande preocupação pela formação do clero e deu recomendações precisas sobre o funcionamento da biblioteca, cuja frequência considera imprescindível para os futuros clérigos. O pequeno regulamento que apresentou para a biblioteca do Seminário de Beja, espelha no essencial o seu pensamento neste domínio. Considera necessário um Bibliotecário permanente, que seria auxiliado pelos alunos nas suas horas vagas, para que estes se fossem familiarizando com os livros e adquirindo assim hábitos de leitura. O horário de consulta devia ser restrito, às segundas e quintas de manhã. Estipula a formação de um catálogo com os livros existentes, os empréstimos domiciliários são proibidos e deve-se cuidar que os livros sejam tratados com asseio. Ao bibliotecário competia evitar que os ordinandos gastassem «demasiado tempo na leitura de livros curiosos; ainda que na outra parte sejam úteis; mas que os podem distrair da obrigação principal». Quanto ao número de volumes desta biblioteca eclesiástica ela rondaria os 9.000 ou mesmo 10.000 volumes.

A formação de uma biblioteca não se limitou na acção de Cenáculo ao clero ele continuou a sua paixão pelos livros e pelas leituras. As numerosas cartas que recebeu, durante os 28 anos que permaneceu em Beja, comprovam que foi juntando uma grande quantidade de livros, uns oferecidos, mas a grande maioria comprados, através de agentes ou dos próprios livreiros. Fizemos apenas uma sondagem à numerosa correspondência que lhe foi dirigida. Com ela é possível constatar que os livros e leituras são um tema constante, e que durante o seu episcopado Frei Manuel esteve permanentemente em contacto com os mais diversos locais. Na verdade, tinha uma autêntica rede de correspondentes distribuídos pelos quatro cantos do mundo. Sem esgotar o assunto enumeremos apenas alguns dos mais significativos de Portugal e do império português: Lisboa, Coimbra, Évora, Goa, Brasil, Macau e Timor. Das cidades estrangeiras: Roma, Pádua, Turim, Nápoles, Madrid, Sevilha, Paris, Londres, Bruxelas, Haia, Oxford, S. Petersburgo.

Foram sobretudo agentes e livreiros que o mantiveram informado sobre as novidades literárias, nomeadamente, sobre leilões de livros raros e que lhe enviaram notícias de obras recentes; tais foram Nicolau Pagliarini de Roma, Andrés Silva de Bruxelas, Francisco José Maria de Brito, Frei António Raimundo Pascual, que foi o seu principal fornecedor das obras de Raimundo Lulio, bem como dos aspectos relacionados com a filosofia luliana. Este último, numa das suas primeiras cartas, em 1752, revela o seu espanto perante o facto de a obra de Luís António Verney circular livremente em Espanha e passados 36 anos, em 1788, informa que a Enciclopédia francesa fora proibida em Espanha, porque trazia «desacatos à Nação espanhola e ao Rei» e que por isso doravante passavam a ser detidos na aduana as obras impressas fora de Espanha. Recorrendo a estes correspondentes e agentes, Cenáculo foi juntando um valioso espólio bibliográfico, numismático e mesmo de peças arqueológicas ou de História Natural; para constituir a biblioteca para o clero, mas também um museu, ambos no paço episcopal.

Data, também, dos últimos anos do seu episcopado em Beja o valioso contributo para a criação da Real Biblioteca Pública. De acordo com a correspondência que manteve com António Ribeiro dos Santos, o impulsionador desse projecto, não restam dúvidas que se tratou de uma doação substancial, pela quantidade de exemplares e pelo seu valor. Entre as obras doadas incluía-se um grande número de manuscritos, entre os quais se destacava um Bíblia em pergaminho do século XII, sobre cuja raridade e até importância para o dogma da Santíssima Trindade discorrerá mais tarde o Bibliotecário da Biblioteca Nacional. Feita a doação para a Real Biblioteca Pública restava-lhe, ainda, um espólio considerável. Parte desse património constituiu o núcleo da biblioteca eclesiástica de Beja, mas a grande fatia transitou para Évora, quando foi eleito Arcebispo, em 1802, e foi o núcleo a partir do qual se organizaram duas importantes instituições culturais: a Biblioteca e o Museu."

O texto completo encontra-se disponível na página da BPE na Internet em
http://www.evora.net/bpe/as_%20bibliotecas_%20e_%20livros.pdf.

15 fevereiro 2010

Exposição Quem fez a República




Quem fez a República

Exposição comemorativa do centenário da implantação da República em Portugal na Biblioteca Pública de Évora.

Inaugura já na próxima quinta-feira, dia 18 de Fevereiro, às 18.00 horas na Biblioteca Pública de Évora, a exposição “Quem Fez a República – figuras públicas e anónimas que ousaram implantar a República em Portugal”. A BPE associa-se assim às comemorações do centenário da República em Portugal, que se iniciaram no passado dia 31 de Janeiro.

Com a presente exposição, que reúne documentos e iconografia da época, pretende-se dar um panorama sucinto dos principais acontecimentos que levaram à Implantação da República em 5 de Outubro de 1910, através de quinze quadros, apresentando igualmente notas biográficas dos intervenientes.

A exposição vai ser acompanhada de uma conferência de abertura, de título “O 5 de Outubro de 1910” proferida por Alfredo Caldeira.

Alfredo Caldeira é administrador do Arquivo & Biblioteca da Fundação Mário Soares e a sua intervenção tem-se desenvolvido essencialmente no âmbito da utilização de sistemas informáticos em arquivos e bibliotecas, na organização de exposições e colóquios de natureza cultural e no desenvolvimento de relações de cooperação com os países de língua oficial portuguesa.

A conferência de abertura, de entrada livre mediante marcação prévia, tem lugar às 18.00 horas. Para reservar lugar deve-se fazer inscrição através da página da BPE em http://www.evora.net/bpe ou telefonar para a BPE, através do nº 266 769 330.



22 junho 2009

Cunha Rivara - 200 anos







23 de Junho Terça-feira
18.00 horas

Conferência
Evocando o historiador-orientalista J.H. Cunha Rivara,



por Teotónio R. de Souza (Director do Departamento de História da Universidade Lusófona)

Entrada livre mediante inscrição prévia





Amanhã, Terça-feira, dia 23 de Junho, passam duzentos anos sobre o nascimento de Joaquim Heliodoro da Cunha Rivara, personalidade importantíssima na história da Biblioteca Pública de Évora, cuja obra ainda hoje é referência. Foi nesta instituição bibliotecário entre 1838 e 1855.

Como não poderia deixar de ser, a BPE assinala a data com uma conferência proferida por quem conhece bem sua vida e obra, o Professor Teotónio R. de Souza. Aborda-se uma faceta de Cunha Rivara entre nós mais desconhecida, a sua incursão pela Índia portuguesa, onde viveu grande parte da sua vida e desenvolveu a sua obra.


Aqui fica uma pequena síntese do seu percurso, pelo professor Teotónio R. de Souza:

Joaquim Heliodoro da Cunha Rivara foi filho de uma linhagem não portuguesa, uma mistura de famílias italiana e espanhola. Nasceu em Portugal, em Arraiolos, região famosa pelos seus tapetes, em 23 de Junho de 1809. (…)
Cunha Rivara, além de uma rua com o seu nome, tem também um agrupamento de escolas a ele dedicado. Embora formado em Medicina pela Universidade de Coimbra, tal como fora o caso do seu pai, começou a sua carreira como professor de Filosofia nas escolas, e serviu como bibliotecário na Biblioteca Pública de Évora. Foi eleito deputado para a Real Câmara dos Deputados em 1853, e terminou a sua carreira como secretário do Governo e comissário de Estudos na Índia Portuguesa. Ficou quase 22 anos na Índia e regressou a Portugal em 1877, onde morreu dois anos depois, sem qualquer sinal visível de reconhecimento público.

(O restante texto pode ser lido em
http://www.ciberduvidas.com/lusofonias.php?rid=2031)


Teotonio Rosário de Souza é Professor Catedrático na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias desde 1996. É autor / editor de 14 livros, e publicou 30 artigos em revistas especializadas, 55 capítulos em livros, 22 comunicações em colóquios / congressos, e uma centena de artigos de divulgação em Portugal e no estrangeiro. Recebeu 5 prémios e/ou homenagens. É sócio da Academia Portuguesa da História e da Sociedade de Geografia de Lisboa. Investiga e orienta investigação na área de História, Relações Internacionais e Estudos Culturais, com especial interesse em questões de identidades e culturas asiáticas.

16 março 2009

Frei Manuel do Cenáculo e o Iluminismo em Portugal

A Biblioteca Pública de Évora comemorou mais um aniversário do seu fundador, Frei Manuel do Cenáculo. As comemorações tiveram lugar no passado dia 12 de Março na Sala de Leitura da Biblioteca, com a presença de Pedro Calafate.


Frei Manuel do Cenáculo nasceu em Lisboa a 1 de Março de 1724 e veio a falecer em Évora a 26 de Janeiro de 1814, após as invasões francesas. Vanguardista das ideias iluministas em relação à educação, foi uma personagem activa na reforma de algumas medidas educativas do Marquês de Pombal e fundador de algumas bibliotecas em Portugal, nomeadamente a de Évora. Esta biblioteca foi inaugurada em 1805, já com uma valiosa colecção bibliográfica de cerca de 50 mil volumes.

Coube a Pedro Calafate a fazer as honras da casa e a proferir uma conferência sobre a vida e obra desta ilustre personalidade do século XVIII, intitulada "Frei Manuel do Cenáculo e o Iluminismo em Portugal". Pedro Calafate é professor Catedrático no Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e autor de várias obras, de entre as quais se destacam a História do Pensamento Filosófico Português e A ideia de Natureza no século XVIII em Portugal.

03 março 2009

Comemoração dos 285 anos do nascimento de Frei Manuel do Cenáculo



Passaram no Domingo, dia 01 de Março de 2009, 285 anos sobre o nascimento do fundador da Biblioteca Pública de Évora, D. Frei Manuel do Cenáculo Vilas Boas.

Para comemorar a efeméride vai ter lugar na próxima semana, Quinta-feira, dia 12, pelas 21.30 horas, uma conferência, por Pedro Calafate, de título "Frei Manuel do Cenáculo e o Iluminismo em Portugal".

Procura-se assim homenagear o clérigo que em 1805 inaugurou a Biblioteca Pública de Évora, deixando-lhe uma valiosa colecção bibliográfica, nesta época estimada em 50 mil volumes.

Na página da BPE na Internet em http://www.evora.net/BPE/cenaculo.htm pode ler alguns textos sobre Frei Manuel do Cenáculo, entre eles um texto da autoria do conferencista Pedro Calafate, alojado no Centro Virtual do Instituto Camões.

Comemore connosco esta data. Reserve já o seu lugar através do sítio da BPE na Internet ou através do nº de telefone 266 769 330.

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